Qualquer
vacilo deixaria o maestro em maus lençóis. Corajoso, cheio de ideias
transformadoras, lá estava ele em apuros, fuzilado pelos olhares dos negros que
o rodeavam no Curiaú. A vida não é fácil para um forasteiro que chega a uma
comunidade formada por 2.500 descendentes de escravos, distante 8 quilômetros
de Macapá, no Amapá. A carga de submissão e racismo que a história colocou nos
ombros daquelas famílias desde o século 18, quando os escravos começaram a
chegar foragidos dos trabalhos no forte da cidade, parecia ter trancado seus
sentimentos do mundo dos brancos. Isso até o maestro Elias Sampaio ver a luz.
domingo, 19 de janeiro de 2014
SAI A LISTA DOS INDICADOS AO PRÊMIO BRASKEM DE TEATRO
![]() |
| Casulo é um dos espetáculos que concorre ao Prêmio Braskem 2013 |
A Braskem divulgou na tarde
desta quinta-feira, 9, a lista dos indicados à 21ª edição do Prêmio Braskem de
Teatro 2013. Foram avaliados espetáculos baianos considerados profissionais e
inéditos, que estiveram em cartaz no período de 1º de maio a 31 de dezembro de
2013 em Salvador.
Além do troféu, os
vencedores das categorias Espetáculo Adulto e Espetáculo Infanto-Juvenil
receberão um prêmio no valor bruto de R$ 30 mil, enquanto os demais serão
contemplados com um prêmio no valor bruto de R$ 5 mil cada.
A cerimônia de entrega do
prêmio será no dia 23 de abril.
Confira a lista dos
indicados nas oito categorias:
sábado, 18 de janeiro de 2014
QUASE 50 ANOS DO GOLPE DE 1964: NADA A COMEMORAR!
Na
data em que o imaginário popular consagra como o “dia da mentira”, 49 anos
atrás era rompida a legalidade democrática instituída no Brasil com a
Constituição de 1946. Hoje, a quase totalidade das entidades da sociedade civil
(de empresários industriais e rurais, de banqueiros, de grupos religiosos e
culturais, da grande imprensa etc.) que conspirou e promoveu a derrubada do
governo democrático de João Goulart (1961-1964) não festejará o golpe
civil-militar de 1964.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
REVISTA GAMBIARRA SERÁ LANÇADA NESTA SEGUNDA-FEIRA (20)
Novas práticas de produção jornalística é o objetivo do novo veículo de
comunicação online de Vitória da Conquista
Será lançada nessa segunda-feira (20) a Revista Gambiarra, novo veículo de comunicação online de Vitória da Conquista. Com um formato digital, a Revista pretende adicionar novas práticas na produção jornalística da região, inserido debates e questionamentos através de entrevistas e grandes reportagens sobre os mais diversos temas. Além disso, será inaugurada uma agenda cultural com um formato inédito na cidade.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
MARÇO CELEBRA O ANIVERSARIO DO GRANDE ARTISTA JULIO DE SOUZA BARBOSA, VEJA SUA BIOGRAFIA!
Na
cidade de São Felix, interior da Bahia, numa sexta-feira, do dia 21 de março de
1927, tudo transcorria na mais perfeita calma; lá fora, o sol estava quente, o
relógio marcava três horas da tarde. Na casa de dona Julieta Barbosa, o clima
era mais quente ainda. Todos esperavam o nascimento do seu primeiro e único
bebê. Ele veio para a felicidade de todos e o nome escolhido foi Julio de Souza
Barbosa, em homenagem as iniciais do nome do pai e da mãe. Menino sapeca,
gostava de correr atrás de bola, dos bábas com os amigos, mas também era muito
trabalhador e já aos 14 anos, para orgulho da família, já havia se tornado
oficial de pedreiro. No seu tempo livre gostava de exercitar seus dotes
artísticos. Na cidade, todos ficavam admirados com os trabalhos artísticos que
aquele pirralho fazia. O barro, além de uso no trabalho, também servia para
criar suas esculturas. A arte corria no seu sangue. Ainda menino, fez a sua
primeira obra de arte com um sentido mais sério; uma fábrica alemã, instalada
em São Félix, o convidou para criar uma arte para a sua fachada e Júlio criou
uma espécie de garrafa que ficou lá por um longo tempo (a fábrica fechou, mas
ainda existe fotos dessa arte no museu da cidade). Depois desse trabalho ele
nunca mais parou, tudo que pegava era para ser transformado em algo artístico.
Ao ser informado que seu pai estava morando em Itatinga, resolveu procurá-lo
pois ainda não o conhecia e ele já estava com 17 anos, a ansiedade era muito
grande, viajou e chegou na cidade. Para ele foi muito importante esse encontro,
e assim passou a morar com seu Juvino Barbosa da Silva, seu pai. Logo se
enturmou com os boleiros da época e como tinha suas habilidades futebolísticas,
foi convocado para a seleção de Itatinga; o primeiro jogo foi contra a seleção
da cidade de Palestina Bahiana. O técnico o escalou, a seleção venceu por 2 x 1
e São Félix (ele ganhou esse apelido, que lhe foi colocado pelos jogadores,
numa referência a cidade que o mesmo havia nascido) marcou um dos gols da
vitória. Como naquela época não se podia viver do futebol, ele continuou no seu
ofício de pedreiro e nas horas vagas, labutava nas suas artes, sempre criando
coisas novas. Até que ao completar 33 anos, resolveu abandonar a profissão
antiga e partir para fazer o que ele realmente gostava - suas pinturas e
esculturas; e com isso foi se tornando conhecido e admirado naquilo que fazia
de melhor.
Suas
mãos e dedos mágicos deixaram suas marcas na cidade de Itapetinga; são obras de
São Felix, diversos monumentos artísticos no centro da cidade e em diversos
bairros: as esculturas do Zoológico da Matinha; da Praça dos Pioneiros; do Tiro
de Guerra; do estádio ACM; dos Orixás (com outro artista); da Praça Dairy
Walley (também com outro artista); do museu(que antes estava localizado no
centro de Itapetinga) e também em vários colégios da cidade. São Félix viveu
até os 83 anos de idade, residindo por quase 47 anos no interior do Ginásio
Agro Industrial, onde ainda existe sua casinha e várias obras de arte. Ele
seguiu o destino que a vida lhe traçou. Talvez não tenha o seu trabalho
reconhecido por aqueles que poderiam colocá-lo no lugar onde lhe é merecido, mas
a arte não tem preço, e ele costumava sempre dizer essa frase que ele criou e
que marca a sua vida: "Itapetinga, ainda que o destino nos separe! serei
aquele que um dia te embelezou".
TEXTO:
Carlos Maciel
*Itatinga-
antigo nome de Itapetinga.
*Palestina
Bahiana - hoje a cidade de Ibicaraí.
*
texto modificado em 28/01/2011
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
PARQUE DA MATINHA: ABANDONO, ANIMAIS MORTOS E ROUBADOS
Parque Zoobotânico
da Matinha, que antes era orgulho dos itapetinguenses, considerado o único
zoológico do interior do estado e reserva florestal com árvores nativas, agora
transformou-se em vergonha. Fechado há quase um ano, o local tem sido vítima da
ação de vândalos, que além de roubarem algumas espécies, ainda matam outras em
plena luz do dia.
Em 2013 o sumiço de
um jacaré do papo amarelo virou caso de polícia e até de piada nas redes
sociais. Antes porém, quando ainda estava aberto ao público, o descaso com o
viveiro das antas, que estavam sendo comidas vivas pelos urubus, levou a
secretaria de Meio Ambiente do município a ter que fechar o parque para
“reformas”, a fim também de tentar fazer um “controle do número de urubus” no
local, depois que o Ministério Público e agentes do Ibama lá estiveram. A data
marcada para entrega do Parque novamente à comunidade foi 12 de outubro, Dia da
Criança, mas não foi cumprida pelo prefeito José Carlos Moura e sua equipe.
Então a data de 12 de dezembro foi escolhida como segundo plano de reabertura,
marcando o aniversário da cidade. Nada feito, a Matinha continua fechada e o
antigo secretário responsável pelo Parque, Carlos Leôncio, foi exonerado do
cargo.
Indignado com o
tamanho descaso que o assunto ganhou, o vereador Eliomar Barreira (Tarugão) –
PRP, tem feito uma campanha visando ganhar aliados que possam juntamente com
ele pressionar o poder público municipal a fazer as reformas necessárias para
que o local volte a ser freqüentado pelos moradores da cidade e visitantes que
às vezes chegam em caravanas para conferirem a flora ali existente e conhecerem
as várias espécies animais. “E é triste dizer que corremos o risco de ficarmos
praticamente sem ter o que visitar depois, uma vez que a ação de vândalos tem
colaborado para o sumiço e morte dos animais da Matinha”, disse o vereador
Tarugão à reportagem de Dimensão, depois de ter novamente passado pelo vexame
de esperar horas a fio que fosse liberada a sua entrada no local, ao saber que
um gavião tinha sido morto por um menor com um estilingue ainda dentro do
próprio viveiro. “Na realidade fomos cumprir o nosso papel de vereador, indo
fiscalizar pessoalmente aquele local para entendermos o que está acontecendo.
No sábado passado, 28, ficamos sabendo que mais animais acabaram sumindo e o
responsável técnico pelo Parque Zoomatinha prestou queixa na polícia Civil. Um
menor de 12 anos teria invadido o parque pelos fundos, chegando ao viveiro de
um gavião da cauda branca, passou pela tela que envolve o viveiro e com um
estilingue acertou o animal na cabeça. Quando o menor se preparava para levar o
gavião, foi surpreendido pelos Guardas Municipais que acionaram a polícia. Na
Matinha constatamos a veracidade do fato, tendo o veterinário Robert Lemos nos
mostrado o animal que estava em um freezer, para evitar a decomposição”, contou
o vereador, enfatizando que também foi verificado que ladrões estiveram no
viveiro dos porcos-selvagens, os “Queixadas”, onde tentaram abater alguns. O
local apresentava manchas de sangue em uma das paredes internas, um dos animais
estava ferido e verificou-se que outro foi abatido fora do parque, nas
proximidades do Rio Catolé que passa nos fundos da reserva florestal.
“Como se não
bastasse o descaso da administração do prefeito José Carlos Moura com o local,
a tão esperada reforma que foi anunciada não aconteceu, verificamos que apenas
foi feita uma ampliação da sala de administração e alguns locais estavam
ganhando melhorias que ficaram pelo meio do caminho. Mais assustador ainda é que
ficamos sabendo que só nos últimos dias, foram roubados da Matinha uma grande
quantidade de animais: 12 coelhos, 3 jabutis, 2 queixadas e 1 gavião. E pelo
que pudemos notar, esses furtos acontecem com frequência, isso porque não há
quantidade necessária de vigilantes para garantir a segurança no local”,
comentou o vereador Tarugão.
Ainda no ano
passado, o roubo de uma Arara Canindé também ganhou repercussão. Ela foi
devolvida ao local depois que um pai de santo comprou a ave de um rapaz que
queria matá-la para comer, caso não conseguisse quem quisesse lhe pagar por
ela. A arara Canidé já chegou inclusive a ser “cartão postal” do Zoomatinha,
depois que se conseguiu a sua reprodução em cativeiro naquele local.
Fonte da Matéria: Jornal Dimensão
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
A OUTRA COMPANHIA DE TEATRO EM MONTAGEM DE NOVO ESPETÁCULO
“O
que de você ficou em mim” revisita a trajetória do grupo que completa dez anos
em 2014 e faz uma reflexão sobre o fazer artístico
O
ano de 2013 foi muito movimentado para A Outra Companhia. Mudança de sede,
intercâmbios, circulação, oficinas, festivais. O grupo passou por 25 cidades
apresentando seu repertório, conhecendo artistas e se apresentando em teatros,
praças, ruas, escolas, quadras, praias, etc. O ano ainda nem acabou, mas eles
já estão com os dois pés em 2014. Estreia no dia 17 de janeiro seu novo
espetáculo: O QUE DE VOCÊ FICOU EM MIM.
No
ano em que o grupo comemora dez anos de atividades, o espetáculo é um documento
cênico biográfico. Dirigido por Thiago Romero (dos grupos NATA e Teatro da
Queda) e codirigido pro Luiz Antônio Jr., O QUE DE VOCÊ FICOU EM MIM, revira o
baú de memórias da companhia, montagens, histórias curiosas, o que mudou e o
que ficou na biografia dos atores que hoje compõem o grupo. Outro viés de abordagem
é a reflexão sobre o sonho de ser artista, anseios e angústias, prazeres e
alegrias que cercam a escolha desse ofício.
A
dramaturgia, compartilhada entre Romero e Luiz Antônio Jr., se vale de
fragmentos textuais biográficos e ficcionais, propondo uma encenação
contemporânea e não linear. O figurino assinado por
Luiz Buranga utiliza de referências históricas do teatro medieval em
contraponto com a o aspecto contemporâneo da montagem. Já a direção musical de
Roquildes Junior mescla canções de sua autoria com outras compostas pelo grupo
ao longo do processo. A trilha é executada ao vivo pelos atores.
A montagem utiliza como espaço de encenação a
fachada e os corredores do Centro Comercial Politeama, prédio antigo do centro
de Salvador, onde fica localizada a sede d’A Outra Companhia. Historicamente o
prédio abrigava o cinema Cine Art, e atualmente é uma galeria de lojas e
serviços. E foi nesse espaço, e na convivência com os comerciantes do local que
o espetáculo foi concebido, dialogando com o prédio, com a rua, com a
urbanidade e absorvendo essas referências da nova realidade do grupo.
O
QUE DE VOCÊ FICOU EM MIM estreia 17 janeiro de 2014, na Casa d’A Outra e segue
em cartaz até o final de fevereiro, sempre de quinta a sábado, às 20 horas.
SERVIÇO
O QUE: Espetáculo “O que de você ficou em
mim”
QUANDO: de 17/01 a 22/02, de quinta a
domingo, às 20h
ONDE: Casa d’A Outra – rua do Politeama de
cima, nº 114 – Centro Comercial Politeama, salas 11/12
INGRESSO: R$ 10,00
INDICAÇÃO ETÁRIA: Livre
CONTATOS:
(71) 3565-4623 // aoutra@gmai.com
// (71) 9222-6521 – Roquildes Junior // (71) 9152-5491 Luiz Antônio Jr.
FICHA TÉCNICA:
Elenco: Anderson Danttas,
Eddy Veríssimo, Israel Barretto, Luiz Antônio Jr., Luiz Buranga, Roquildes
Junior
Concepção: Thiago Romero
Direção: Thiago Romero e Luiz
Antônio Jr.
Dramaturgia: Thiago Romero e Luiz
Antônio Jr em processo colaborativo com os atores.
Direção Musical: Roquildes Junior
Figurino e adereços: Luiz Buranga
Instalação Cênica e
Luz:
Luiz Antônio Jr.
Música: Roquildes Junior em
processo colaborativo com os atores
Costureira: Rosangela Gomes
Produção: Eddy Veríssimo e
Anderson Danttas
Design: Luiz Antônio Jr.
Fotografia: Andrea Magnoni
sábado, 11 de janeiro de 2014
ITAPETINGA: GRUPO DE JOVENS REALIZOU NESSE ULTIMO DIA (11 DE JANEIRO) UMA MANIFESTAÇÃO EM FAVOR DO PARQUE ZOOBOTÂNICO DA MATINHA
Hoje dia 11 de
Janeiro de 2013 às 14h horas um grupo de jovens Itapetinguenses se organizaram
em frente ao estádio municipal, para realização de uma manifestação Intitulada:
MOVIMENTO MATINHA, PATRIMÔNIO DE TODOS! em favor do único parque do interior da
Bahia para que não seja destruído, pois, o mesmo vem sofrendo roubos, mortes e
descasos de animais. Esse parque é um dos pontos históricos e patrimônio cultural
da cidade de Itapetinga, onde tem mais de 30 anos de história e já recebeu turistas,
caravanas e visitas da Bahia e do Brasil. Essa manifestação tem caráter a nível
nacional, chamado: Operação Onze de Janeiro. Lembrando que essas manifestações
em favor do Parque vêm acontecendo durantes alguns anos. É necessário uma participação efetiva de toda
comunidade que tem se mostrado descomprometida com a causa e observamos o descaso
dos políticos com toda essa situação. Acorda Itapetinga!
VEJA OUTRAS FOTOS
HEBERSON UM CIDADÃO BRASILEIRO CONDENADO POR ESTRUPO SENDO INOCENTE, AS LEIS PUNEM AQUELES QUE SÃO FRÁGEIS!
Heberson,
Nem
sei como te dizer isso. Tateio pelas palavras certas há horas – elas me
escapam. Claro que você já foi avisado e até leu no noticiário local, mas eu
queria pedir desculpas. O governo do Estado do Amazonas questionou o valor da
sua indenização. É, eles acham R$ 170 mil um valor muito alto pelos quase três
anos em que você passou na cadeia, acusado de um estupro que não cometeu.
Querem pechinchar pelo vírus HIV que infectou o seu corpo após os abusos
sofridos atrás das grades. Seu sofrimento está “caro demais” para os cofres
públicos. Como se algum dinheiro no mundo pudesse apagar o que você viveu.
Até
hoje, como naquele dia em que te entrevistei, sinto minhas tripas se revirarem.
Lembro de você contando que tinha 23 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro
na periferia de Manaus quando o crime aconteceu. Uma menina de nove anos, filha
de vizinhos, havia sido arrastada para o quintal durante a noite e violentada.
A família o acusou de tamanha brutalidade e a delegada expediu um mandado de
prisão provisória para investigar o caso. Você, que não tinha antecedentes
criminais. Você, que divergia completamente do retrato-falado. Você, que estava
em outro lado da cidade naquele horário. Mas você é pobre, Heberson. Pobres são
presas fáceis para “solucionar o caso” e atender o clamor popular. As vozes que
te xingaram ainda ecoam?
“Eu
morri quando me fizeram pagar pelo que não fiz”, você disse, me matando um
pouco também sem saber. Em tese, por lei, você não poderia ficar mais de quatro
meses aguardando julgamento na cadeia. Sua mãe, desesperada, pegou empréstimos
para bancar advogados particulares. Mesmo sem comida em casa, a dor no estômago
era por justiça. Não dava para contar com a escassa quantidade de defensores
públicos no país (embora, depois, a doutora Ilmair Faria tenha salvo o seu
destino). Enquanto ela se rebelava aqui fora, você se resignava com os
constantes abusos sexuais de que era vítima. Alegar inocência sempre foi a sua
única arma. De que forma lhe deram o diagnóstico de Aids?
Sabe,
querido, eu gostaria de ter presenciado o parecer do juiz na audiência que
demorou dois anos e sete meses para acontecer. Deve ter sido um discurso
bonito. Juízes usam frases empoladas, especialmente para se desculpar em nome
do Estado por um erro irreparável. Onde estava a sua cabeça no momento em que
ele declarou que você estava “livre”? Porque eu me pergunto como alguém pode
supor que liberta o outro de suas memórias, de suas dores, de sua desesperança,
de uma doença incurável. Você continua preso. Tanto que passou anos sem
conseguir emprego por causa do preconceito e perambulou pelas ruas sob o efeito
de qualquer droga que anestesiasse a realidade. Livre para ser um morto-vivo.
Na
sala do meu apartamento, há um troféu de direitos humanos que ganhei por trazer
à tona sua história. Olho para ele e enxergo a minha impotência. E os ossos
saltados da sua pele. Com vinte quilos a menos, as suas roupas parecem frouxas
demais – quanto você perdeu além do peso corpóreo? Imagino se a Procuradoria
Geral do Estado (PGE), que negou o pedido da sua indenização, sabe das suas
constantes internações decorrentes da baixa imunidade. Será que alguém abriu a
porta da sua geladeira e descobriu que, muitas vezes, você passa um dia inteiro
tendo se alimentado de um único ovo? Ou será que eles se restringem a
documentos e números?
Não
consigo deixar de pensar que você foi estuprado de novo. Pelas canetas
reluzentes de quem toma essas decisões descabidas. Você levou sete anos para
ressuscitar a sua determinação e cobrar os seus direitos. Em parte, motivado
pelo apoio das 23 mil pessoas que aderiram a uma campanha virtual pela sua
história. Toda semana recebo mensagens de gente querendo saber sua situação, se
oferecendo para pagar uma cesta básica ou dar assistência jurídica.
Recentemente, um professor criou um grupo que mobilizou mais de mil cidadãos
para ajudá-lo até com despesas de medicamentos. Minha última pergunta (eu, que
não tenho respostas) é: O que mais nós podemos fazer por você, já que o Estado
não faz?
Que
o meu abraço atravesse a geografia entre São Paulo e Manaus.
Sinto
muito, querido.
Nathalia
Ziemkiewicz
![]() |
Manaus, agosto/2012 – Heberson
Oliveira se encontra comigo e com sua defensora pública Ilmair Faria.
|
Fonte da Matéria: http://napimentaria.com.br/
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
EM ITAPETINGA JOGO DAS ESTRELAS MOVIMENTA A CIDADE NESTE DOMINGO!
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Em Pé: Rubão, Neca, Neto,
Juca e Regis. Agachados: Índio, Juliano, Cocada, Nino, Zé Marcos e Leleta
|
O tão esperado “Jogo das
Estrelas”, que reunirá jogadores que fizeram parte das seleções que venceram os
intermunicipais de 1995 e 1996 vai acontecer no próximo domingo, dia 12, no
Estádio Primaverão. Antes do jogo oficial envolvendo os bi-campeões do
Intermunicipal por Itapetinga, haverá um encontro de representantes da
imprensa, que formará um time que enfrentará alguns convidados. O dia de
domingo promete ser bastante movimentado, com a torcida tendo a oportunidade de
ver de perto o povo das rádios, do jornal Dimensão e dos vários blogs da
cidade.
Marcado para as 13h, o jogo que
vai anteceder será o futebol feminino que será a preliminar do Jogo das
Estrelas, que está sendo coordenado pelo ex-atleta da Seleção de Itapetinga,
Coringa e contando com o apoio da Secretaria de Esporte, Associação Rosa Branca
e Amigos.
O ingresso será um quilo de
alimento não perecível.
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Imprensa e convidados na
primeira preliminar, Foto: Arquivo Edvaldo Gomes Rodrigues (Diva)
|
Informações:
blogdodigadiga
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
PROJETO DE ROMÁRIO SUGERE QUE JOVENS ESTUDEM A CONSTITUIÇÃO NA ESCOLA
O
deputado Romário (PSB-RJ) apresentou nesta quinta-feira (12) o projeto de Lei
6954 de 2013, que inclui o estudo da Constituição Federal nos ensinos
fundamental e médio. Pela proposta, a disciplina “Constitucional” deve formar
um cidadão consciente de seus direitos individuais e deveres sociais. A
proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Romário
argumenta que os jovens, ao completarem 16 anos e adquirirem o direito ao voto,
devem estar preparados para participar ativamente da sociedade. “O objetivo
deste projeto é expandir a noção cívica dos nossos estudantes, ensinando-lhes
sobre seus direitos constitucionais, como cidadão e futuro eleitor e, em
contrapartida, aprenderem sobre seus deveres”, explica Romário.
O
parlamentar também destaca que após as manifestações de junho, quando milhões
de pessoas foram às ruas protestar contra serviços públicos ruins e corrupção,
tornou-se necessária mais atenção aos jovens. “Os estudantes devem ter uma base
educacional sólida para compreender a importância de ser um cidadão consciente
e as consequências geradas à gestão pública ao escolher um candidato
despreparado ou ficha suja”, argumenta o autor.
Fonte:
http://www.romario.org/
ANIVERSÁRIO DE 106 ANOS DA ESCRITORA SIMONE DE BEAUVOIR É CELEBRADO DIA 09 DE JANEIRO
Simone
de Beauvoir, famosa escritora e filosofa francesa, é nossa homenageada nesse dia 09 de janeiro. O motivo
para a comemoração é que hoje é celebrado o aniversário de 106 anos da
escritora.
CRIME! ITAPETINGA: ANIMAIS DOMÉSTICOS SÃO MORTOS DE FORMA CRUEL E DESUMANA
Especialistas afirmam que esse ser vivo tem
sentimentos, precisa de cuidados especiais para viver e é frágil, mas nem todo
mundo pensa assim. A
matança de animais domésticos em Itapetinga, no Sudoeste do Estado, cresce
juntamente com a impunidade daqueles que cometem o crime; maus-tratos e
abandono de animas também são frequentes no município.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
08 DE JANEIRO - DIA DO FOTÓGRAFO - JÁ IMAGINARAM SE NÃO EXISTISSEM AS FOTOGRAFIAS E OS FOTÓGRAFOS?
Sabe
aquelas fotos do seu primeiro aniversário? Então, foram feitas por um
fotógrafo. Existem os fotógrafos profissionais, e também aqueles que tiram
fotos apenas por hobbie, pelo gosto em fotografar. As
fotografias guardam para sempre os momentos, emoções e sentimentos expressados
algum dia da sua vida.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
HOJE DATA QUE CELEBRA O DIA DO LEITOR!
Dia 07/01 é
o dia do Leitor! Uma data feita para comemorar aqueles que gostam de ler e tem,
no livro, um grande amigo.
Neste dia
tão especial, segue um pouco da experiência de nossa Gerente de Projetos, Zoara
Failla, com seu primeiro contato com um livro:
O PRIMEIRO LIVRO A
GENTE NUNCA ESQUECE...
"Não era bem um livro, desses com capa e páginas
que
folheamos e que se abrem em V.
Foi meu presente de Natal. Tinha sete anos e estava
concluindo a primeira série. Meu pai retornava a nossa
casa, desempregado. Era o presente que conseguia
comprar. Nunca mais esqueci.
Uma caixinha amarela com um título: “1001 histórias”.
Abria como um envelope, e, dentro, muitas folhas
brancas, impressas dos dois lados. Eram grossas como
fichas. Sempre iniciavam com a indicação do CAPÍTULO,
indo do Capiítulo I ao Capítulo X; mas, havia dez
capítulos de cada um: dez capítulos I, dez capítulos II
e,
assim, sucessivamente. O Capítulo I sempre iniciava
com “Era uma vez...” e o Capítulo X, finalizava sempre
com ... “E foram felizes para sempre”.
Assim, podia combinar cada folha - ou capítulo - como
quisesse, sempre seguindo a seqüência dos capítulos de
um a dez, e surgia uma nova história. Não era uma
grande literatura. Eram enredos simples inspirados nas
clássicas histórias de princesas, príncipes e castelos.
Mas, me fascinava aquele “protagonismo” na criação da
história. E o principal, lia muito para confirmar se
qualquer mistura possibilitava uma seqüência que fazia
sentido. Queria chegar a 1001 histórias. Não sei se
matematicamente chegaria a esse número. Mas não
importava. Guardava aquela caixinha como se
contivesse muitos mistérios e como se, somente eu,
soubesse revelá-los.
Sei, hoje, que foi um presente de enorme significado -
minha iniciação nos prazeres da leitura."
Zoara Failla
Fonte: Instituto Pró-Livro
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
PARQUE ZOOBOTANICO DA MATINHA EM ITAPETINGA: FURTO E MATANÇA NO PARQUE COLOCA EM RISCO A VIDA DOS ANIMAIS.
A
situação que o parque Zoomatinha vive é de extremo abandono, pois são várias
ocorrências policiais registradas, dando conta de sumiços de diversos animais
silvestres.
O
caso do sumiço do Jacaré do papo amarelo repercutiu em toda Bahia, um animal de
grande porte que segundo o ex secretário Carlos Leôncio de Meio Ambiente, foi
morto dentro do parque por 4 homens que usaram uma escopeta calibre 12 e depois
de abater levaram o animal.
Depois
tivemos o caso da Arara, animal do
parque que foi furtado e vendido ao Pai de Santo, que comprou o animal e
o devolveu ao parque. O individuo que vendeu o animal, queria matar e come-lo.
Ao saber disso o Pai de Santo logo comprou e salvou a vida da Arara.
Mas
no último sábado (28) ficamos sabendo que, mais animais acabaram sumindo, o
responsável técnico pelo parque Zoomatinha prestou queixa na polícia civil.
Um
menor de 12 anos invadiu o parque pelos fundos, foi até o viveiro de um “Gavião
da Cauda Branca”, passou pela tela que envolve o viveiro e com um estilingue
acertou o animal na cabeça. Quando o menor se preparava para levar o animal pra
casa, foi surpreendido pelos GMs que
apreendeu o menor a acionou a polícia civil.
Nossa
reportagem esteve na Zoomatinha e constatamos a veracidade do fato. O animal
estava no freezer pois se o deixasse no tempo, iria entrar em estado de
decomposição e o responsável técnico Robert, nos mostrou o Gavião.
Também
constatamos que duas Queixadas (A queixada é um mamífero que vive em partes das
Américas do Sul e Central. A queixada é um porco-selvagem.), uma os elementos
conseguiram levar e sangrar próximo ao rio.
A
outra foi morta a pauladas dentro do recinto, mas não conseguiram levar o
animal porque os outros animais reagiram e foram para defender o amigo. No
viveiro deles a parede ficou com marcas da violência, manchada de sangue.
A
nossa reportagem também teve acesso ao animal e constatamos a veracidade do
fato. Uma pena!
O
assustador é que ficamos sabendo que só nos últimos dias, foram roubados do parque uma grande quantidade de
animais. Foram roubados do parque: 12 coelhos, 3 Jabutis, duas queixada e um
gavião.
Segundo
informações esses furtos acontecem com frequência, isso porque não há a
quantidade necessária de vigilantes.
Fonte da Matéria: Por Eliomar Barreira (BLOG Do Tarugão)
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
GRUPO CORPO MAIS DE TRINTA ANOS DE HISTÓRIA
Fundado em 1975, em
Belo Horizonte, o Grupo Corpo estrearia no ano seguinte sua primeira criação,
Maria Maria. Com música original assinada por Milton Nascimento, roteiro de
Fernando Brant e coreografia do argentino Oscar Araiz, o balé ficou seis anos
em cartaz e percorreu catorze países. Um êxito que se converteria na concretude
de uma sede própria, inaugurada em 1978. Mas, se a empatia com o público, o
entusiasmo da crítica e o sucesso de bilheteria foram imediatos, a conquista de
uma identidade artística própria, a sustentação de um padrão de excelência e a
construção de uma estrutura capaz de garantir a continuidade da companhia e o
estabelecimento de metas de longo prazo são fruto de árduo trabalho cotidiano.
De 1976 a 1982,
enquanto o sucesso de Maria Maria ainda repercutia em apresentações pelo Brasil
e diversos países da Europa e da América do Sul, o Grupo Corpo não se deu
descanso. Colocou em cena nada menos que seis coreografias assinadas por
Rodrigo Pederneiras, que assume o posto de coreógrafo-residente em 1981 e,
juntamente com Paulo Pederneiras – diretor artístico da companhia e responsável
pela iluminação e cenários dos espetáculos - acaba por moldar a personalidade e
as feições definitivas do grupo.
Em 1985, chegava aos
palcos o segundo grande marco na carreira do grupo: Prelúdios, leitura cênica
da interpretação do pianista Nelson Freire para os 24 prelúdios de Chopin. O
espetáculo, que faz sua estreia no I Festival Internacional de Dança do Rio de
Janeiro, é aclamado pelo público e pela crítica, e termina de firmar o nome do
grupo no cenário da dança brasileira.
O Grupo Corpo dá
início então a uma nova fase, na qual irá processar a gestação de uma
caligrafia e um vocabulário coreográfico únicos. A partir de um repertório
eminentemente erudito – onde figuram, entre outras, obras de Richard Strauss,
Heitor Villa-Lobos e Edward Elgar –, vai tomando forma a combinação da técnica
clássica com uma releitura contemporânea de movimentos extraídos dos bailados
populares brasileiros que se transformaria em uma marca registrada do grupo.
Em 1989 estreia
Missa do Orfanato, uma densa e grandiosa tradução cênica da Missa Solemnis
k.139, de Mozart. De dimensões quase operísticas, o balé torna-se um marco
estético tão definitivo na trajetória do grupo, que, duas décadas depois de sua
estreia, permanece em repertório.
Em 1992 emerge o
divisor de águas do Grupo Corpo: 21, o balé que firmaria a imparidade da
sintaxe coreográfica de Rodrigo Pederneiras e a inconfundível persona cênica da
companhia. A partir da sonoridade singular da oficina instrumental mineira
Uakti e dez temas compostos por Marco Antônio Guimarães, o coreógrafo deixa de
lado a preocupação com a forma e começa a investir na dinâmica do movimento,
buscando, através do desmembramento de frases musicais e rítmicas, a escritura
de uma partitura de movimentos menos pautada na construção melódica, e mais
interessada no que subjaz a ela. O resgate da ideia de trabalhar com trilhas
especialmente compostas, que havia marcado os três primeiros espetáculos do
grupo nos idos dos anos 70, permite também que ele avance na investigação de um
vocabulário identificado com suas raízes brasileiras.
Na criação seguinte,
Nazareth (1993), o fascínio de Rodrigo por transitar entre os universos
musicais erudito e o popular encontra uma oportunidade perfeita para se
realizar mais plenamente. Inspirada no jogo de espelhamento proposto em contos
e romances do ícone maior da literatura brasileira, Machado de Assis
(1839-1908), e na obra de Ernesto Nazareth (1863-1934), figura seminal na
formação da música popular no Brasil, a trilha criada pelo compositor e
professor de Teoria Literária José Miguel Wisnik permite que, a partir de uma
sólida base clássica, o Grupo Corpo leve para a cena uma bem-humorada síntese
da brejeirice e da sensualidade (in)contidas no gingado próprio das danças
brasileiras de salão.
A parceria com
autores contemporâneos dá tão certo que as trilhas especialmente compostas
passam a ser uma norma e, cada trilha, o ponto de partida para a nova criação.
De 1992 para cá, a exceção que confirma a regra é Lecuona, de 2004, onde, a
partir de treze derramadas canções de amor do cubano Ernesto Lecuona
(1895-1963), Rodrigo exercita à exaustão seu dom para a criação de pas-de-deux.
Em meados dos anos
90, o Grupo Corpo intensifica significativamente sua agenda internacional.
Entre 1996 a 1999, atua como companhia residente da Maison de la Danse, de
Lyon, França, fazendo neste período a estreia europeia de suas criaçõe Bach, Parabelo
e Benguelê.
Hoje, com 35
coreografias e mais de 2.200 récitas na bagagem, a companhia mineira de dança
contemporânea, mantém dez balés em repertório e faz uma média de 70 récitas
anuais, apresentando-se em lugares tão distintos quanto a Islândia e a Coreia
do Sul, Estados Unidos e Líbano, Itália e Cingapura, Holanda e Israel, França e
Japão, Canadá e México.
O minimalismo de
Philip Glass (Sete ou Oito Peças para um Ballet, 1994), o vigor pop e urbano de
Arnaldo Antunes (O Corpo, 2000), o experimentalismo primigênio de Tom Zé
(Santagustin, de 2002 e, em parceria com Wisnik, Parabelo, de 1997), a
africanidade de João Bosco (Benguelê, 1998), versos metafísicos de Luís de
Camões e Gregório de Mattos à luz de Caetano Veloso e José Miguel Wisnik (Onqotô,
2005), a modernidade enraizada de Lenine (Breu, 2007), a diversidade sonora de
Moreno, Domenico e Kassin (Ímã, 2009), as canções medievais de Martín Codax na
releitura de Carlos Nuñez e José Miguel Wisnik (Sem Mim, 2011) dão origem a
espetáculos de têmperas essencialmente diversas – cerebral, cosmopolita,
interiorano, primordial, existencialista, brutal, moderno, lírico – sem que se
percam de vista os traços distintivos do Grupo Corpo.
Informações:
VEJA AQUI DOCUMENTÁRIO DO EM HOMENAGEM
AO TRINTA ANOS DO GRUPO CORPO:
http://www.youtube.com/watch?v=CXpHOpQPS88
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
CASAL PICHA ESTÁTUA DE DRUMMOND NA ORLA DE COPACABANA, NO RIO DE JANEIRO
Câmeras
de monitoramento da Prefeitura do Rio de Janeiro registraram o momento em que
um casal pichou a estátua de Carlos Drummond de Andrade na madrugada desta
quarta-feira (25). A obra, em homenagem ao poeta mineiro morto em 1988, está no
calçadão da praia de Copacabana, na zona sul da cidade.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
O POETA VALDEIQUE OLIVEIRA ESTEVE PRESENTE NO LANÇAMENTO DO LIVRO DO ATOR E POETA ANTONIO CALLONI EM VITÓRIA DA CONQUISTA
O ator e poeta Antonio
Calloni lançou, na noite da última sexta-feira dia (20), a sua mais recente
obra na livraria do shopping Conquista Sul, em Vitória da Conquista, na Bahia.
Por volta das 19h, o autor participou de um bate-papo e autografou diversos
exemplares do livro: 50 Anos Inventados em Dias de Sol, publicado pela “Editora:
Casarão do Verbo”, dirigida pela Renata Bonfim.
domingo, 22 de dezembro de 2013
BRASIL FATURA HISTÓRICO TÍTULO MUNDIAL NO HANDEBOL E CALA CALDEIRÃO SÉRVIO
Uma
conquista histórica e um lugar em um seleto grupo de brasileiras campeãs
mundiais. A partir de agora, as meninas da seleção de handebol podem dizer que
tem seus nomes marcados na história. Neste domingo, a equipe superou a torcida
contra de 20 mil sérvios, venceu as donas da casa por 22 a 20 e conquistou a
inédita medalha de ouro no Mundial.
Lágrimas
e festa que se misturaram a uma música da banda 'Jammil e uma noites', 'tema'
da seleção durante toda a campanha:
"Celebrar, como se amanhã o mundo fosse acabar. Tanta coisa boa a
vida tem pra te dar...". Foi assim a comemoração das campeãs, que se
colocam agora ao lado das mulheres do basquete, que dominaram o mundo em 1994.
O
título mundial coroa uma campanha perfeita e invicta, que começou com cinco
vitórias na primeira fase e continuou superando potências do handebol, como
Hungria e Dinamarca, tricampeã olímpica. Uma vitória que começou a ser
construída em 2009, quando a Confederação, mirando o Mundial deste ano,
contratou o técnico dinamarquês Morten Soubak.
A
evolução ao longo dos últimos anos era visível e um resultado expressivo vinha
se desenhando desde 2011, quando, em São Paulo, a seleção chegou às quartas de
final do Mundial mas acabou eliminada para a forte Espanha. O 'fantasma' das
quartas voltou a assombrar na Olimpíada de Londres, em 2012, com um revés para
a Noruega. O grito ficou preso por duas vezes. Agora saiu: é campeão. Algo
inimaginável quando, há 10 anos, o time ocupou a modesta 20ª colocação.
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